Três agências bancárias são alvos de criminosos na zona sul de SP

No Grajaú, houve troca de tiros e explosão de caixas eletrônicos. Furtos foram registrados no Ibirapuera e em Indianópolis. Não há pistas dos suspeitos

Suspeitos usaram maçarico para acessar cofre de caixa do banco Santander (Foto: Reprodução/Record TV)

Suspeitos usaram maçarico para acessar cofre de caixa do banco Santander (Foto: Reprodução/Record TV)

Três agências bancárias foram alvos de criminosos na manhã desta segunda-feira (16) na zona sul de São Paulo. O caso mais grave foi no Grajaú. Suspeitos explodiram caixas eletrônicos de uma agência do Banco do Brasil, por volta das 5h, na avenida Dona Belmira Marim, 1358, no Parque Planalto. A avenida está bloqueada e o tráfego de ônibus foi interrompido na região afetando 27 linhas. As informações são da Record TV.

Na ação, suspeitos estavam fortemente armados e chegaram a trocar tiros com a polícia, inclusive usaram um ônibus para bloquear a via e retardar a chegada da polícia.

Um morador da região contou que passava com o carro pela região, quando foi rendido por pelo menos cinco suspeitos. O carro foi usado para bloquear a via. Também um motorista da SPTrans revelou que vários criminosos, vestidos com touca e roupa preta, pararam o coletivo e mandaram todos descerem. Alguns passageiros foram usados como escudo humano pelos bandidos, para evitar a aproximação da polícia.

Na segunda ação, suspeitos usaram um maçarico para acessar o cofre de um caixa eletrônico do banco Santander por volta de 6h30 da manhã. A agência fica na alameda dos Maracatins, 77, em Indianópolis, zona sul de São Paulo.

Segundo a polícia, equipes de monitoramento perceberam uma movimentação na agência e notaram que os suspeitos picharam as câmeras de segurança. Para abrir o caixa, foi usado o maçarico e não explosivos.

Não há pistas dos suspeitos e não se sabe quantos criminosos participaram do furto.

Já na região do Ibirapuera, também na zona sul, os suspeitos entraram pelo telhado em uma agência do Bradesco, localizada na alameda dos Jurupis. Não há sinais de arrombamento ou destruição porque os criminosos levaram apenas as armas dos vigias que estavam guardadas em armários.

Apesar de os três crimes terem sido na mesma região, a polícia acredita que as ações não foram praticadas pela mesma quadrilha.