Égua morre durante operação policial no RS e gera comoção

Animal estava na cavalaria há 18 anos. A suspeita é de que ela tenha sofrido de “síndrome do coração partido” por causa da aposentadoria de seu parceiro

Soldado Alves, parceiro da égua Justiceira, chora ao constatar a sua morte (Foto: Reprodução/Instagram)

Soldado Alves, parceiro da égua Justiceira, chora ao constatar a sua morte (Foto: Reprodução/Instagram)

Uma égua do 4º Regimento de Polícia Montada (RPMon) da Brigada Militar de Porto Alegre morreu durante uma operação policial, na última quarta-feira (26), que estava sendo realizada em frente ao estádio Beira Rio, na capital do Rio Grande do Sul (RS).

Justiceira, como era chamada, teve um mau súbito, que ainda está sendo investigado. Em um post comovente, publicado pela Brigada Militar em sua página oficial no Instagram (brigada_militaroficial), a corporação afirma que ela pode ter sofrido de “síndrome do coração partido”.

O motivo? “Seu parceiro de longa data, o sargento Negreiros, com quem trabalhou por mais de quatro anos, aposentou-se há apenas uma semana”, explicou a nota.

A homenagem continuou com uma despedida: “Vai em paz, Justiceira, e recebe a continência de cada brigadiano, seja ele da cavalaria ou não”.

Na foto que abre a publicação, aparece o soldado Alves, companheiro atual de Justiceira, lamentando a sua morte. Na sequência aparecem duas outras fotos com seu antigo amigo de dupla. Veja o post abaixo.

Justiceira estava há 18 anos na corporação.

O post finaliza com um verso de Chiquinho e Bordeneio:

“Quando morre um cavalo
Até o céu fica nublado
Uma cruz marca a coxilha
E o dono sofre calado”

 

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Tombou a Justiceira, égua valente do 4º Regimento de Polícia Montada. Cumpriu de forma exemplar com seu dever, e tombou em serviço, próximo ao estádio Beira Rio, na noite de hoje. Seu parceiro de longa data, o sargento Negreiros, com quem trabalhou por mais de quatro anos, aposentou-se há apenas uma semana… grandes chances de um caso de “síndrome do coração partido”… vai em paz, Justiceira, e recebe a continência de cada brigadiano, seja ele da cavalaria ou não. Na foto de hoje, de Max Peixoto @maxpeixoto91 , o soldado Alves pranteia a morte da égua… nas demais, a homenagem do seu antigo dupla, que também lamentou a perda da veterana, após 18 anos de excelentes serviços prestados. “Quando morre um cavalo Até o céu fica nublado Uma cruz marca a coxilha E o dono sofre calado” (Chiquito e Bordoneio) #4ºRPMon #Cavalaria #BMRS @ssp_rs

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